terça-feira, 13 de julho de 2010

Tempestuosa Tempestade fora de Estação

Não se dá pra saber do futuro ... Muito menos o quanto as coisas podem sair de controle .

Dilúvios imaginários e reais
Alguns exagerados e outros bem naturais.
Nada fizeram por mim
E ainda assim os vi passar.

Passaram por você
E eu de camarote assisti
O rebento das ondas
Do mar de lágrimas do seu olhar.

Não me comovi, nem me movi
Deixei o tempo escoar
Seu mar de lágrimas deixando
Seus olhos abertos e desertos.

Inevitavelmente sua apatia transformou
A água que ainda restava, em areia fria
E seu rosto por ódio se petrificou.

Das emoções nada restou
Nem o humor, nem mesmo a dor
Só o olhar não se fixou
Continuou fervendo pelo mar que ele mesmo evaporou.

E dessa história a moral é uma só
Não se sabe como agir equilibradamente
Cada coisa que fazemos depende do que se sente
Só que não se dá pra escolher o que sentir,
Ou seja, nem tampouco imaginar como agir.

"Sim sim, 51N157R073 ... Para tempo bom ou ruim, não se pode adivinhar como agir."

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